E se Final Fantasy XVI ganhasse uma continuação direta?

E se a Square Enix ousasse com tudo de novo?

E se Final Fantasy XVI ganhasse uma continuação direta?

Final Fantasy sempre foi conhecido por reiniciar suas histórias a cada jogo, apresentando mundos, personagens e sistemas totalmente novos. Mas, com Final Fantasy X-2 e a trilogia de XIII, a Square Enix já mostrou que nem todas as histórias precisam acabar em um único capítulo. E se Final Fantasy XVI seguisse pelo mesmo caminho?

O legado de Valisthea ainda tem espaço

Final Fantasy XVI apresentou um mundo brutal, político e sombrio — com foco em clãs, Eikons e uma mitologia densa. Clive, o protagonista, passou por uma jornada intensa, mas o final (sem spoilers aqui) deixou pontas soltas o suficiente para justificar uma continuação.

Com a boa recepção da história e o sucesso da ambientação mais "medieval madura", seria um desperdício não retornar a esse universo. Uma sequência poderia explorar o impacto das ações do final do jogo, mostrar novas regiões do mundo e até focar em outro protagonista, em um cenário pós-climático.

A Square precisa de estabilidade?

Depois de resultados instáveis com jogos como Forspoken e Babylon's Fall, a Square Enix parece estar em busca de novos formatos — inclusive revisitando antigas fórmulas. Uma sequência direta de XVI pode oferecer uma forma mais econômica de expandir a franquia sem começar tudo do zero.

Além disso, há o fator Final Fantasy VII Remake. Com esse projeto sendo lançado em capítulos, a ideia de dividir histórias deixou de ser tabu. Talvez seja hora de aceitar que alguns mundos merecem mais tempo sob os holofotes.

A fórmula do jogo funciona?

O sistema de combate de XVI foi um dos mais elogiados da série, com ritmo de ação puro e habilidades baseadas nos Eikons. Um segundo jogo poderia aprofundar essa fórmula, incluir novos poderes, melhorar o sistema de RPG e trazer mais liberdade ao jogador.

Seria a primeira vez que um Final Fantasy numerado teria uma sequência direta desde XIII-2. E, considerando o interesse dos fãs, talvez essa seja a hora de quebrar mais uma tradição.

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